Museu Nacional - UFRJ

Tanga - Tapiragem

Imagem - Tanga - Tapiragem

Data de Coleta / Aquisição:

Fevereiro de 1980

Local de Coleta / Origem:

Aldeia Santa Izabel do Morro , rio Araguaia, Goiás

Descrição:

Prática através da qual povos indígenas da América do Sul e também da Malásia (Wallace, 1864) transformam as penas verdes dos psitacídeos (araras e papagaios), mantidos em regime semidomesticidade (Gilmore, 1986) em penas amarelas muito parecidas na confecção da arte plumária. Consiste geralmente no arrancar das penas e em esfregar no local certas substâncias (secreções vegetais como o urucum) ou animais, como o sangue ou secreções da epiderme de anfíbios (sapos, rãs e pererecas) ou ainda gorduras de peixes ou de mamíferos aquáticos. Os Karajás e Tapirapés utilizam gordura de tartaruga (Teixeira, 1983), com a qual também alimentam as aves. Embora alguns sejam de opinião de que a causa da modificação seja somente o traumatismo de tecido, outros defendem a influência dos ungüentos. As penas tapiradas são reconhecidas pelo cotorno avermelhado da raque (eixo da pena) (Ventura, 1998).
Material: Penas de jaburu, colhereiro e pato-do-mato.
Coletor: Maria Heloisa Fénelon Costa

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Localização

Quinta da Boa Vista, São Cristóvão

Rio de Janeiro - RJ

CEP: 20940-040

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