Museu Nacional - UFRJ
Ações de Extensão do MN


PROJETOS


A ciência dá samba: ações extensionistas do Museu Nacional com a comunidade da Imperatriz Leopoldinense

Público-Alvo: comunidade da Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense, envolvendo trabalhadores, adultos, idosos, jovens e crianças.

Resumo: O Grêmio Recreativo Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense foi fundado em 1959 e representa todo o subúrbio da Leopoldina. O simbolo da escola, a coroa, é referencia ao período no qual a Imperatriz Leopoldina governou o Brasil. A escola anunciou, para o carnaval de 2018, que seu samba-enredo será sobre os 200 anos do Museu Nacional. Esta Instituição, fundada em 1818, por D. João VI, com grande incentivo da Imperatriz Leopoldina, é a mais antiga instituição científica do país e tornar-se samba-enredo neste ano de seu bicentenário é um grande presente. Pois, esta é uma das melhores formas de popularizar sua história e seu papel para a Ciência do Brasil. Em vista disso, a comunidade acadêmica do Museu Nacional abrirá as portas da instituição para receber os trabalhadores, moradores, jovens e crianças que compõem a comunidade da Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense. Entende-se que a integração das comunidades da instituição e da escola de samba seja a melhor maneira de fomentar a troca de experiências, visando o real engajamento em prol do samba-enredo e da divulgação científica. Este projeto trata da execução de palestras, oficinas, visitas guiadas às exposições e laboratórios do Museu Nacional, além de realização de atividades lúdicas, para que a comunidade da Imperatriz vivencie o Museu. Além disso, serão realizadas parte das atividades de divulgação científica na quadra da escola de samba, o Museu irá a Ramos, visando maior acessibilidade e integração entre as comunidades.

Coordenação: Renato Rodriguez Cabral Ramos


Escolas na Trilha: Visitando o Horto Botânico do Museu Nacional

Público-Alvo: alunos e professores das escolas públicas de educação básica localizadas no Estado do Rio de Janeiro.

Resumo: Este projeto tem como proposta disponibilizar os amplos espaços do Horto Botânico do Museu Nacional ao público escolar. Um dos mais belos espaços verdes do Bairro Imperial de São Cristovão, até então reservado a pesquisa científica, iniciou em 2013 um processo de abertura ao público. Visitas escolares começaram a ser realizadas, assim como visitas do público espontâneo da Quinta da Boa Vista durante eventos esporádicos como a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia e o Aniversário do Museu Nacional. O sucesso dessas atividades nos motivou a desenvolver um projeto que permita ampliar a recepção do público escolar, possibilitando o desenvolvimento de uma profícua parceria entre a educação formal e a educação não formal. O Horto Botânico, através de suas trilhas interpretativas, oferece recursos para um aprendizado multidisciplinar, envolvendo áreas como biologia, história, geografia, tradições populares, entre outras, levando o visitante a uma maior conscientização sobre questões ambientais.

Coordenação: Fatima Denise Peixoto Fernandes


Evolução Humana na sala de aula: construindo materiais didáticos para a rede pública de ensino

Público-Alvo: multiplicadores das áreas de Biologia, Sociologia e História, professores da rede pública de ensino do Estado do Rio de Janeiro (Ensino Fundamental e Médio).

Resumo: O tema Evolução Humana é de grande interesse do público, para além da investigação científica, estando presente na literatura, no cinema e em diversas questões no imaginário social. Além de instigante, é também campo de conflitos em meio às diferentes formas de produção de conhecimento e visões de mundo. Assim, torna-se necessário estabelecer diálogo com professores que trabalham com o ensino de Evolução Humana, e temas correlatos, na rede pública de ensino básico, a fim de potencializar o diálogo com o público discente e a sociedade. Para tanto, propomos a construção de materiais didáticos sobre Evolução Humana que promovam a interação com as questões trabalhadas e o diálogo entre pares discentes, docentes e a sociedade, segundo as demandas e questões apresentadas atualmente pelos próprios professores da rede pública. Um dos grandes desafios é desmistificar a Evolução Humana e visão de evolução unidirecional, baseada em progresso, valorativa, localizando populações diferentes em uma hierarquia social de melhor e pior, avançado e primitivo. Nesse sentido, ainda encontramos perspectivas racistas impregnadas no imaginário social que colorem a abordagem em relação a questões de Evolução Humana. Dessa forma, objetivamos auxiliar professores da rede pública de ensino, entendendo-os como multiplicadores fundamentais, a fim de promover um debate sadio sobre Evolução Humana.

Coordenação: Silvia Barreiros dos Reis


O Museu Nacional na internet: democratização e globalização do acesso a um dos mais diversificados acervos museológicos mundiais

Público-Alvo: publico nacional, especialmente jovens estudantes e pesquisadores, redes públicas e privadas de ensino básico, locais e nacionais contempladas, especialmente, com um guia de visitação ao Museu Nacional dirigido aos professores e alunos.

Resumo: A presente proposta envolve a continuada inovação, aperfeiçoamento e ampliação do Sítio (website) do Museu Nacional/UFRJ, compreendendo-o, não apenas como espaço de exposição de um dos mais ricos acervos culturais e científicos mundiais e enquanto monumento histórico, sede do poder monárquico no Brasil do século XIX, mas também como centro de produção e difusão científica diversificada, decorrente dos programas de pesquisa e pós-graduação vinculados à instituição. Tal proposta inscreve-se, prioritariamente, no Programa Articulado “EXPRESSÕES E LINGUAGENS: SABERES EM MOVIMENTO” buscando, através do uso das novas tecnologias de comunicação, possibilitar a criação de espaços de socialização democrática de arte, ciência e cultura. Estamos, especialmente, viabilizando, de modo crescente, o acesso virtual do público em geral ao acervo das diferentes áreas de conhecimento abrangidas pela instituição em que as peças em exposição são representadas através de imagens ampliadas com as respectivas descrições científicas. Indo além desta proposta geral, estamos continuamente aperfeiçoando um sistema de audioguia (acessível gratuitamente a qualquer visitante possuidor de um smartphone), que disponibilizamos ao público, contemplando as informações gerais sobre as diversas salas de exposição. Por outro lado, continuamos promovendo a ampliação e aperfeiçoamento de uma plataforma de jogos de caráter lúdico e paradidático, voltada para crianças, que busca despertar o interesse sobre o Museu Nacional. Estamos ainda divulgando e atualizando os conteúdos e os acessos aos programas de pesquisa e pós-graduação dos diversos departamentos acadêmicos do Museu.

Coordenação: Antônio Ricardo Pereira de Andrade


O potencial pedagógico da coleção didática da Seção de Assistência ao Ensino do Museu Nacional sob a perspectiva da interação dialógica entre Museu x Sociedade

Público-Alvo: Estudantes e docentes das redes pública e privada da educação básica.

Resumo: Coadunando com as premissas da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na sua missão de promover um diálogo permanente entre Museu x Sociedade, através da ampliação do acesso e do atendimento aos diferentes públicos, considerando toda a sua heterogeneidade, este projeto prevê ações vinculadas ao apoio pedagógico à professores, educadores da educação básica, de instituições públicas e privadas, a partir de material didático disponibilizado a esse público pela Seção de Assistência ao Ensino. Reafirmando o seu compromisso institucional, a seção tem como uma de suas preocupações centrais a popularização do conhecimento científico. A partir de uma relação dialógica com professores da educação básica, a partir de uma perspectiva interdisciplinar, o presente projeto busca contribuir na formação dos estudantes.

Coordenação: Fernanda de Lima Souza


O Museu em diálogo com seus diferentes públicos: ações de extensão da Seção de Assistência ao Ensino do Museu Nacional

Público-Alvo: crianças da educação infantil (de 3 a 7 anos) e do ensino fundamental II

Resumo: O presente projeto apresenta ações educativas desenvolvidas pela Seção de Assistência ao Ensino do Museu Nacional, que tem como público alvo estudantes da educação básica (educação infantil e ensino fundamental II). Estas ações possuem caráter extensionista, propondo uma relação dialógica entre mediador e público, onde os saberes e as experiências são compartilhados, reafirmando o compromisso do setor na formação de indivíduos críticos, conscientes de sua participação social e imbuídos de consciência ambiental e de suas ações no mundo. A partir dessa perspectiva o projeto tem como objetivo integrar duas ações específicas, a saber: 'A Caixa Misteriosa do Museu' e 'O Museu Nacional e o Parque: Fauna e Flora para ver, tocar, cheirar e aprender', que visam trabalhar com públicos diferenciados: o primeiro com crianças da educação infantil e o segundo, com crianças do fundamental II. De acordo com as especificidades desses públicos, os mediadores desenvolverão metodologias diferenciadas, adequando a linguagem e a forma de expor os conteúdos das salas de exposição, promovendo sempre a relação entre sujeito e o objeto de conhecimento.

Coordenação: Patricia Braga do Desterro


Vertebrados – Biodiversidade e Evolução

Público-Alvo: público infanto-juvenil, do ensino fundamental e médio e público adulto.

Resumo: O Museu Nacional caracteriza-se pelo seu papel de grande relevância no cenário brasileiro e internacional de difusão de conhecimento científico na área da História Natural. Centenas de milhares de turistas, público espontâneo, professores e alunos de escolas públicas e privadas já se beneficiaram das exposições e atividades de extensão dessa instituição. Projetos de extensão do Departamento de Vertebrados do Museu Nacional, sempre estiveram ligados ao acervo que ampara, tanto expositivo quanto científico. Tendo por base este acervo, questões sobre conservação, evolução e biodiversidade da fauna de vertebrados são exploradas com os mais diversos setores do público não-especializado. Por esta razão, o projeto de extensão do Departamento de Vertebrados do Museu Nacional/UFRJ ocorre em paralelo ao projeto de readequação da exposição de vertebrados, com previsão de conclusão em 2018. Este projeto compreende a reforma da exposição pública dos exemplares de vertebrados do ponto de vista da conservação desses espécimes, sua re-identificação e sua adequação museográfica. Este projeto faz parte dos esforços de implementação do Programa de Desenvolvimento Estratégico do Museu Nacional, iniciado em 2001.

Coordenação: Marcelo Ribeiro de Britto



CURSOS DE EXTENSÃO:


Evolução Humana

Público-Alvo: professores da rede pública de ensino e público geral interessado de todas as idades

Resumo: Curso de extensão em Evolução Humana, em três modalidades: 1) para professores da rede pública de ensino; 2) para alunos graduandos de licenciatura; 3) aberto ao público geral. Na primeira modalidade, com carga horária total de 40 horas, será trabalhada a forma de produção de conhecimento em Evolução Humana, a divulgação de pesquisas e a transformação em descobertas na mídia, os desafios teórico-metodológicos da pesquisa e do ensino de Evolução Humana. Ao longo do curso, os participantes desenvolverão materiais e atividades didáticas como meio de reflexão sobre os conteúdos de Evolução Humana. Na segunda modalidade, com carga horária total de 16 horas, os mesmos temas serão trabalhados e debatidos com alunos da graduação de licenciatura, objetivando envolvê-los nos desafios do ensino de Evolução Humana. Na terceira modalidade, com carga horária total de 8 horas, serão apresentados e debatidos os desafios das pesquisas em Evolução Humana, contextualizando as mais recentes descobertas.

Coordenação: Silvia Barreiros dos Reis


Meninas com Ciência

Inscrições online: 16 a 30 de abril

Sorteio: 7 de maio

Todas as novidades serão postadas na página do Facebook do Curso! https://www.facebook.com/meninascomcienciaMN/

Público-Alvo: Meninas do 6º ao 9º ano do ensino fundamental

Carga horária: 32h

Resumo: O Departamento de Geologia e Paleontologia (DGP) e a Sessão de Assistência ao Ensino (SAE) do Museu Nacional - UFRJ oferecerá a 3ª edição do curso de extensão 'Meninas com Ciência: Geologia, Paleontologia e Gênero no Museu Nacional'. Este curso teve duas edições em 2017 e foi selecionado como um dos três melhores projetos do Brasil, para concorrer ao 8º Premio Ibero-Americano de Educação em Museus. Serão 8 oficinas, ministradas aos sábados de 12/05 a 09/06, que abordarão temas interessantes da Geologia, Paleontologia e a presença e importância das mulheres na construção da Ciência no Brasil. As oficinas contarão com atividades lúdicas e educativas sobre reconhecimento de minerais, rochas, meteoritos, fósseis de plantas e animais. Este é um curso pensado e ministrado por pesquisadoras, técnicas e pós-graduandas do DGP para meninas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Os objetivos são divulgar as pesquisas realizadas no Museu Nacional em Geologia e Paleontologia, incentivar a curiosidade e o pensar científico, além de demonstrar que Ciência no Brasil também é feita por mulheres comuns, que sonham e lutam pela vida que escolheram.

São 50 vagas: 25 para alunas de instituições públicas e 25 para alunas de instituições privadas.

Coordenação da 3ª Edição:

Luciana Witovisk Gussella (DGP) – coordenadora

Luciana Barbosa Carvalho (DGP) – vice-coordenadora

Andrea Fernandes Costa (SAE) - coordenadora pedagógica



EVENTO DE EXTENSÃO:


Meteoritos e vulcões

Público-alvo: professores, alunos de graduação, alunos do ensino médio, curiosos, astrônomos amadores e curiosos.

Resumo: Este projeto se refere a oitava edição do evento científico que contou desde a primeira edição no ano de 2010 com o apoio da Petrobrás “Vulcões e Meteoritos”. Preservando a qualidade do conteúdo e objetivando diminuir o abismo existente dentro do meio acadêmico neste tema interdisciplinar envolvendo um intercâmbio de informações no campo da Geologia, Geofísica, Vulcanologia e Astronomia, o evento vem se firmando tendo por base as discussões técnicas sobre os temas trazidos. O conhecimento acerca dos meteoritos, principalmente dos meteoritos brasileiros e das crateras descobertas em nosso país ainda é muito restrito mesmo no campo acadêmico. O evento permite o encontro dos poucos que se dedicam a estes estudos reunindo pesquisadores e amadores de todo o país. O interesse nestas duas ciências tão importantes na formação e evolução de nosso planeta e tão pouco ensinada nos meios acadêmicos tem despertado o interesse no evento e o mesmo tem sido amplamente divulgado, criando já um público cativo e novos interessados. Objetiva-se a divulgação e intercâmbio científico astrônomos, geólogos e outras ciências. Sendo considerada, uma excepcional oportunidade para expor os resultados da vasta pesquisa científica em linguagem visual, formando um elo de comunicação entre a ciência e a população. O estudo dos Vulcões em outros corpos do sistema solar fundamental para o estudo da planetologia não se dá sem o conhecimento e a interdisciplinaridade entre meteoritos e vulcões. A ideia é unir os conhecimentos e os cientistas que estudam meteoritos, crateras e vulcões terrestres e planetários aqui no Brasil.

Coordenação: Maria Elizabeth Zucolotto

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Localização

Quinta da Boa Vista, São Cristóvão

Rio de Janeiro - RJ

CEP: 20940-040

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