Museu Nacional - UFRJ

Syagrus romanzoffiana

      

Foto Syagrus romanzoffiana

 

Nome científico: Syagrus romanzoffiana (Cham) Glassman

Família: Arecaceae

Nomes populares: coqueiro-jerivá, coco-de-cachorro, baba-de-boi, coco-de-catarro, coco-babão, jerivá.

Origem: Brasil

Distribuição geográfica no Brasil: Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul, até o Rio Grande do Sul.

Altura média: 10-20 m

Características morfológicas: Estipe solitário, cilíndrico, com espessura quase uniforme e aspecto liso. Apresenta folhas alternas, pinadas, curvas, medindo até 5 m de comprimento. A inflorescência é interfoliar, ramificada, na cor creme-amarelado, com numerosas flores. A infrutescência mede entre 80 e 120 cm de comprimento, a qual apresenta 800 frutos, em média. O fruto é uma dupra globosa a elipsoide e quando maduro apresenta coloração amarela-alaranjada. É carnoso e liso, com epicarpo fino e mesocarpo fibroso com aspecto viscoso e comestível. Mede de 3-5 cm de comprimento e 2-3 cm de diâmetro e apresenta apenas uma semente. A semente possui entre 1-3 cm de comprimento.

Cultivo: Para a produção de mudas, o fruto deve ser coletado quando maduro e a polpa retirada manualmente, pois isso acarreta na aceleração do processo germinativo. Recomenda-se a semeadura em substrato organo-argiloso ou areia em recipientes de tamanho grande, sendo irrigado diariamente. Após cerca de 12 meses, as mudas alcançam porte adequado para o plantio e podem ser plantadas em áreas abertas. A planta possui crescimento lento a moderado.

Período de florescimento e frutificação: Floresce o ano todo, porém com maior intensidade na primavera e no verão. A maturação dos frutos ocorre no outono, inverno e primavera.

Utilidades econômicas: Espécie altamente decorativa, utilizada na arborização de ruas e avenidas em todo o país. Por causa de sua madeira resistente a água salgada, é bastante usada no preparo de estivados sobre solos brejosos, pinguelas e trapiches. Também é utilizada como poste, cerca viva em pastos, material de cobertura na construção de casas rústicas e material de artesanato. Além disso, produz um palmito de boa qualidade, com sabor amargo, sendo uma das espécies indicadas para a produção deste alimento. A espécie apresenta raízes superficiais, ideais para o plantio em margens de rios, e seus frutos servem de alimentos para diversos animais, tornando-a bastante indicada para programas de restauração de áreas degradas e recomposição de matas ciliares. As folhas e os frutos podem ser utilizados na alimentação de animais domésticos.

Utilidades medicinais: O chá da casca e da flor, junto com brotos de amora, é usado no combate ao amarelão e problemas de rins e diarreias. A sua casca também é vermífuga. 

No horto: Existem pelo menos 13 indivíduos.

 


 

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